17 de jul de 2012

Ainda bem que eu tenho outras iguais a mim...

Oi meninas. 
Acabei de encontrar no G1 essa matéria e AMEI de paixão.
Claro que eu tenho que mostrar, afinal eu não estou sozinha...
Vou transcrever aqui a reportagem integral, mas quero deixar bem claro que encontrei no site G1
A minha intenção não é piratear, mas sim divulgar essa ideia super legal!




Quem pensa que boneca é coisa de criança se engana ao entrar em um dos cômodos da casa de uma professora aposentada, em Santos, no litoral de São Paulo. Apaixonada por bonecas, ela se tornou colecionadora há uma década e cultiva essa paixão dentro da própria casa, com as mais de 200 bonecas que 'moram' com ela.
Marli Mesquita Soares, de 58 anos, só ganhou sua primeira boneca na adolescência. Além de sua mãe não ter condições financeiras para comprar muitos brinquedos, os que eram adquiridos eram divididos entre as cinco mulheres da casa. As bonecas, por exemplo, nunca chegavam até ela. “Quando eu comecei a namorar eu tinha 15 anos. Aos 16 anos, meu namorado, que agora é meu marido, sabia que eu gostava de boneca e me deu uma. E ela está aí até hoje. Ela é mais velha do que os meus filhos”, conta ela sobre sua primeira ‘amiguinha’, presente do começo da década de 70.

Aos 47 anos, Marli se aposentou na escola onde dava aulas e o novo hobby apareceu. Ela resolveu realizar um desejo de menina e passou a frequentar brechós e lojas de brinquedos atrás das bonecas. “Eu ia no brechó e ficava com dó de ver aquela boneca jogada lá. Eu fico imaginando elas higienizadas, com roupinhas, e aí trago para casa”, diz. A coleção foi surgindo aos poucos e as bonecas ficavam no antigo quarto da filha mais velha, que já era casada. Depois que seu filho também saiu de casa, o lugar foi destinado apenas para a coleção de Marli.
As mais antigas são da década de 40. Elas são mais pesadas e feitas de uma massa especial, diferente das atuais. As mais recentes vieram dos Estados Unidos e custaram cerca de R$ 300 cada uma. Mas independentemente do ano em que foram criadas e de onde vieram, cada uma carrega uma característica. Tem a ‘Mãezinha’, que carrega um bebê e o coloca para dormir, a ‘Noivinha’, preparada para casar, a ‘Beijoca’, que solta beijos quando apertam seu braço, a ‘Amelinha’, que passa roupa e utiliza vassouras como se estivesse limpando a casa e, entre muitas outras, a ‘Rockita’, que carrega um rádio e dança conforme a música.

Para conservá-las, a aposentada toma alguns cuidados. Ela conta que compra roupas, sapatos e acessórios que são colocados em um guarda-roupa especial das bonecas. Marli diz que o ideal para os cabelos das pequenas é usar condicionador. Já para tirar a sujeira ela utiliza um pano com álcool. “Eu limpo uma por uma. Nos sábados eu fico cuidando delas. Dá o maior trabalho, mas para mim é uma terapia”, diz. Para organizar a coleção, ela criou um catálogo com as fotos e dados de cada peça.
Marli conta que o marido sempre apoiou o hobby. Além de pintar o quarto, ele colocou as prateleiras e a acompanha nas compras. “Ele curte comigo porque ele vê como elas estão quando eu trago e como é que elas ficam depois”, explica. Além do marido, ela conquistou novos fãs do quarto das bonecas. As crianças da rua sempre visitam a casa para brincar com algumas relíquias. “Virou ponto turístico”, brinca. As crianças que têm bonecas, e que não usam mais, levam as preciosidades pra Marli, já que sabem que ela cuida delas muito bem.

Apesar do ciúme em relaçãos a algumas bonecas, Marli, que dedica boa parte do seu tempo à coleção, garante que nenhuma das 200 bonecas é mais importante que a outra. "Eu não tenho uma preferida. Para mim são todas minhas filhas", explica.
Marli conta que já passou por histórias engraçadas por causa das bonecas. Certa vez, a mãe da aposentada gostou de uma da coleção. Para não doar uma das 'queridas', como Marli apelidou as bonecas, ela foi até uma loja no centro de Santos e comprou uma igual, já que não teve coragem de se desfazer de uma delas.





4 comentários:

areiasdejade disse...

Elas são lindas e deve ser gostoso cuidar delas!
Nely

Cintia Caldas disse...

Nely: Eu amo cuidar das minha filhas de plastico!

wilma65 disse...

OLÁ CINTIA, TB GOSTO DE BONECAS,MAS AS MINHAS PREFERIDAS SÃO AS DE PANO QUE FAÇO QUANDO DÁ UM TEMPINHO,BJOS DA WILMA.

Cintia Caldas disse...

wilma, elas não são uns amores?